Solid Rock reúne o inesperado e entrega grandes shows de Alice in Chains e Judas Priest

novembro 13th, 20180 Comments »Última Atualização: dezembro 3, 2018

Cobertura – Direto do Allianz Parque (SP)

Os fãs de rock estão sendo agraciados nos últimos anos por festivais que reúnem line-ups de peso e diferentes vertentes do rock. Pelo segundo ano consecutivo o Festival Solid Rock volta a viajar por algumas cidades do país, dessa vez com o hard rock do Black Star Riders, o grunge do Alice in Chains e o metal de Judas Priest. A primeira apresentação aconteceu em Curitiba, no dia 8 de novembro, seguida por São Paulo, no dia 10, e encerra no dia 14, em Belo Horizonte.

Em um sábado meio chuvoso em São Paulo, o estádio Allianz Parque era mais uma vez palco do Festival Solid Rock, que abriu a noite pouco após às 18h30 com o Black Star Riders pela primeira vez no Brasil. A maioria do grupo é formado por integrantes da banda irlandesa Thin Lizzy, que decidiram continuar sua história com um novo nome. Black Star Riders aqueceu o público com canções do seu mais recente álbum, mas não deixou os fãs saudosos decepcionados e apresentaram clássicos como “Jailbreak” e “The Boys Are Back in Town”.

O público respondeu bem à apresentação, mas era nítida a expectativa para o grupo do anos 90 Alice in Chains. Abrindo a apresentação às 19h30 com “Check My Brain”, Jerry Cantrell, William DuVall, Sean Kinney e Mike Inez, entregaram um show pesado e carregado de energia, levando o público a cantar e pular ao longo de toda a apresentação.

Com o carisma e solos incríveis de Jerry, combinado que a potente voz Duvall, os fãs de Alice in Chains puderam se maravilhar com “Would?”, “Down in a Hole”, “Hollow”, “No Excuses” e a clássica “Man in The Box”.

Solid Rock 2018

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O último e principal ato da noite ficou a cargo dos veteranos Judas Priest. Liderado pelo sexagenário Rob Halford, o grupo não se prendeu apenas a antigos sucessos e já começou o espetáculo com a recente “Firepower”, canção que dá nome ao álbum lançado em março deste ano. A energia do grupo, principalmente o alcance vocal de Halford é impressionante e justifica o ciclo de renovação e admiração de seus fãs.

Em “Freewheel Burning”, o Judas Priest prestou uma rápida homenagem ao piloto brasileiro Ayrton Senna. Pouco depois a moto Harley Davidson também marcou presença em “Hell Bent for Leather”. Após 5h de muito rock, o público do Allianz gastou suas últimas energias na sequência de clássicos com “Painkiller”, “Electric Eye”, “Breaking the Law” e encerrando com “Living After Midnight”.

Uma cena singela se destacou pouco antes do Judas Priest deixar o palco. Sentado na Harley Davidson e com a mãos fazendo o clássico chifre do rock, Rob Halford parecia vibrar de uma forma muito particular mais um show para a conta. Levantou, abraçou os companheiros de banda e agradeceu ao público que ovacionava seus ídolos.

Por: Ihanna Barbosa (Colaboradora RR)
Edição: Diego Centurione
Fotos: Thiago Almeida para Reduto do Rock

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