The Strokes encerra Lollapalooza Brasil 2017, marcado pela diversidade e filas

março 27th, 20170 Comments »Última Atualização: abril 3, 2017

Cobertura – Direto do Autódromo de Interlagos (SP)

Neste final de semana, o Autódromo de Interlagos recebeu o Festival Lollapalooza. O evento reuniu 190 mil pessoas, sendo 100 mil no sábado. No domingo, o público marcou presença para ver nomes como Duran Duran, Two Door Cinema Club e The Strokes.

Diferente do sábado, o último dia de festival começou com o tempo nublado e a cantora Céu, abrindo o palco principal. Enquanto as pessoas iam chegando, podiam conferir a apresentação do músico cearense Daniel Groove.

No palco Axe, o australiano Vance Joy agradou os fãs que sabiam muitas das letras de cor. Uma novidade ficou com “Call If You Need Me”, tocada apenas pela segunda vez ao vivo. O show terminou com o ritmo dançante de “You Can Call Me Al” e “Cheerleader”.

Na sequência, filas para chegar até a apresentação de Catfish and the Bottlemen. A banda lotou os gramados, que ajudam o público guardar energia para todas as atrações. No domingo, o público de 10 mil pessoas a menos aliviou um pouco as filas, porém ainda levava tempo para conseguir comprar comida e principalmente bebida. As áreas de descanso, com redes, também foram bem disputadas.

Com mais de 30 anos de estrada, o Duran Duran fez show marcando hits dos ano 80 e 90, agradando o público de todas as idades. A banda era uma das mais aguardadas e entre os destaques tocou “The Wild Boys”, “Hungry Like The Wolf”,“A View To a Kill” e “Girls on Film”. Durante “Ordinary World”, a cantora Céu fez uma participação surpresa.

Do outro lado do autódromo, Two Door Cinema Club animava os fãs com um indie dançante. O trio trouxe para o festival canções como “Sun” e “What You Know”. Já o cantor The Weeknd não deixou ninguém parado com muito pop eletrônico. Esta foi a primeira passagem do cantor pelo Brasil e tocou “Starboy”, “I Can’t Feel My Face”, “The Hills”, entre outras.

A atração mais aguardada do segundo dia do Lollapalooza 2017 era o The Strokes. A banda subiu ao palco com uns 20 minutos de atraso, bem quando começava a garoar. A apresentação foi mais curta. Aliás, desde o show do Duran Duran houve atrasos. Julian Casablancas e companhia tocaram quase o álbum Is This It, de 2001, na integra. Na interação com o público, o baterista brasileiro Fabrizio Moretti soltou um “E aí minha gente”.

Mesmo sem sair em turnê há tempos, o Strokes fez um show correto, apesar das pausas durante as músicas. Os sucessos empolgaram. Exemplo disso foram as faixas “The Modern Age”, “Soma”, “Someday” e “Reptilia”. A mais esperada da noite, “Last Night”, veio antes do bis, para alegria geral.

O encerramento do festival não teve fogos, como de costume, mas marcou pela diversidade apresentada. Ao todo foram mais de 45 shows, que agradaram os variados gostos. Em relação a organização, os pontos que ainda precisam melhorar são as filas e a dispersão do trânsito, ocasionada pela quantidade recorde de público.

Cobertura do primeiro dia: clique aqui!

Por: Álvara Bianca (Colaboradora RR)
Edição: Diego Centurione
Fotos: Camila Cara/MRossi/T4F Lolla (Colaboradora RR)

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