Dirty Glory: primeiro álbum cheio do bom e velho rock’n'roll

janeiro 14th, 20160 Comments »Última Atualização: janeiro 18, 2016

Reduto de Bandas

Inspirados por grandes nomes do hard rock, Jimmi DG (vocal) e Dee Machado (guitarra) começaram o Dirty Glory ainda no colégio. Hoje, já com 29/30 anos, a dupla permanece unida. Acompanhados por Reichhardt (guitarra), Vikki Sparkz (baixo) e Sas (bateria), a banda leva suas músicas para os fãs de hard rock e cai na estrada para divulgar seu primeiro álbum Mind the Gap.

Formado na cidade de São Paulo, em 2011, o Dirty Glory lançou seu primeiro EP It’s On!, com 3 faixas autorais. Já em 2015, o grupo apresentou o disco completo Mind the Gap, com 12 faixas inéditas. “Sticks And Stones” foi a primeira canção do CD a ganhar um clipe, que saiu em outubro (veja abaixo). O lançamento do vídeo foi no mesmo mês em que banda se apresentou no Metal Land Festival (Altinópoles), que teve Sepultura, Krisiun e Andre Matos entre suas atrações.

Leia a entrevista ao Reduto do Rock.

Reduto do Rock: Quando e como surgiu a banda?

Reichhardt: A banda começou com Jimmi DG e o guitarrista Dee Machado, que se conheciam desde o colegial. Como eram ambos amantes de Hard Rock, de bandas como Guns N’Roses, Aerosmith e Kiss, por exemplo, decidiram montar uma banda do estilo e, numa brincadeira, começaram e escrever “Mr. Jack”. Quando a ideia começou a ganhar forma e peso, eles chamaram Vinni Novack (que estudou no mesmo colégio) para o baixo e eu para guitarra. Eu estudei com Dee Machado na faculdade e já havia passado por uma banda de Hard Rock. Com essa formação, a banda começou a trabalhar nas composições do EP It’s On!. Fomos atrás de um baterista apenas com as músicas gravadas, por pensar que seria mais fácil alguém aceitar a proposta tendo em mãos o trabalho da banda. Pouco tempo depois de lançar o EP, Sas foi recrutado e, a partir daí, começou a trajetória de shows. Em abril de 2015, o baixista VikkiSparkz (ex-B.I.T.E.) entrou no lugar de Vinni Novack.

RR: Qual o significado do nome do grupo?

Reichhardt: O nome Dirty Glory é referência à cultura de excesso e decadência dos anos 80. À glória sem o lado do “fino garbo”.

RR: Quais os projetos atuais da banda?

Reichhardt: Atualmente, a banda está focada em promover o disco de estreia, Mind The Gap, recém lançado, através de shows. Em 2016, o Dirty Glory cai na estrada, excursionando por todo o Brasil. Depois de trabalhar o território nacional, avaliaremos a possibilidade de levar a banda para fora do Brasil. O próximo show será no dia 23 de janeiro, no Café Aurora, num projeto com outras três bandas da cena underground paulistana: Vírus Sonoro, Miss Pepper e Vulgar Type.

RR: Quais são as influências musicais de vocês?

Reichhardt: As mais diversas possíveis! Jimmi e eu sempre tivemos um pé no Blues. Apesar de nossas raízes extremamente Hard Rock, como Van Halen, Guns N’ Roses, Aerosmith, Extreme, entre outras, o Blues está lá e é a base das composições. Dee Machado e Sas são mais do Heavy Metal e também do Rock moderno de Stone Sour e Nickelback. Vikki, que vem totalmente do Glam Metal de Poison, Mötley Crüe e outras, já entrou na banda com o disco quase pronto, na fase de mixagem, mais precisamente. Então, ele não contribuiu diretamente para as composições em si, apesar de já ter agregado muito ao som da banda ao vivo.

RR: Qual a inspiração na hora de compor?

Reichhardt: A composição das músicas começa sempre por melodias e riffs. Juntamos esses elementos numa pasta e num momento inspirado, começamos a dar forma para o que tem ali. Essa pasta é sempre uma grande mistura. Por ser em grande parte alimentada por Jimmi, Machado e eu, vemos músicas mais num estilo e outras num outro. Por isso, poderíamos citar uma série de inspirações para uma só música do DG. Na hora de escrever uma letra, 100% trabalho do Jimmi, pode-se dizer que a inspiração é o momento que ele vive e as ideias que rondam a sua cabeça. Como Mind the Gap levou dois anos, desde a composição até o lançamento, vemos letras extremamente questionadoras como “Failing the Test”, “Damn the Human Race” e “Modern Gods” até letras mais pessoais como “Fire” e “Beyond Time”.

RR: Beatles ou Rolling Stones? Por quê?

Reichhardt: Ambas… Já ouvi mais Beatles na vida e, provavelmente, se estiver entre as duas para ouvir de fone, colocaria os Beatles. Mas, caso eu vá dar uma festa e precisar contratar uma das duas para tocar, iria de Stones, com certeza absoluta (risos).

Dirty Glory na internet

Site: www.dirtyglory.com
Youtube: www.youtube.com/dirtygloryband
Facebook: www.facebook.com/dirtyglory
Instagram: www.instagram.com/dirtyglory_official

Ouça e baixe o CD Mind the Gap

Outros serviços de streaming e download: http://www.smarturl.it/MindTheGap

Clipe

Sobre o Reduto de Bandas

A seção é dedicada a apresentar novos artistas ao público, através de uma matéria especial. As bandas também respondem a uma entrevista padrão.

É ou conhece um artista e acha que ele merece destaque neste espaço? Entre em contato através do e-mail contato@redutodorock.com. O conteúdo será analisado.

Por: Ihanna Barbosa (Colaboradora RR) e Diego Centurione
Foto: Michel Souza

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