Shows de Paul McCartney em São Paulo: veja fotos, depoimentos e vídeos

novembro 27th, 20109 Comments »Última Atualização: janeiro 12, 2011

Domingo (21) e segunda (22) são dois dias para entrar para a história do Morumbi, em São Paulo. O motivo é muito especial: o ex-beatle Paul McCartney fez dois shows no Estádio. Paul, que esbanja energia aos 68 anos de idade, tocou clássicos da carreira solo e dos Beatles, durante quase três horas em cada dia.

Paul McCartney no show de domingo (21) - Foto: Divulgação/Marcos Hermes

Show de domingo, 21 de novembro

Paul disse muitas frases em português durante o show, demonstrando atenção e carinho com os paulistas. Dedicou Something ao seu amigo George Harrison e lembrou de John Lennon antes de Here today.  Em Give Peace a Chance, de John Lennon, uma chuva de balões brancos levados pelo público tomou conta do Morumbi.

No fim, ao sair do palco, Paul escorregou e caiu. A queda foi mostrada ao vivo por dois telões que acompanham a turnê. O tombo não foi suficiente para tirar o bom humor do ex-beatle, que deu um pulo e saiu sorridente, despedindo-se com um ursinho de pelúcia debaixo do braço.

Show de segunda-feira, 22 de novembro

Mudança na abertura! Paul abriu o show com Magical Mystery Tour. Nos demais shows no país o ex-beatle havia iniciado com a dobradinha Venus and Mars e Rock show.

Paul ainda incluiu no setlist de segunda-feira Bluebird, Got to get you into my life, I’m looking through you e Two of us. Em Paperback writer, revelou ao público que estava com a guitarra usada originalmente na gravação da faixa.

Algumas frases tiveram referência à chuva que caiu sobre São Paulo. Paul perguntou em português “tudo bem com a chuva?”. Mais tarde fez graça com a rima de uma frase meio português meio inglês: “Tudo bem in the rain? [na chuva]“.

Perto do fim da apresentação, Paul McCartney convidou para subir ao palco quatro adolescentes, incluindo as meninas Ana e Elisa, que já haviam participado do show de Porto Alegre, quando o músico autografou o braço das duas. Paul também deu um autógrafo em um White album arremessado pelo público.

Paul McCartney no show de segunda-feira (22) - Foto: Divulgação/Marcos Hermes

Depoimentos de fãs (deixe o seu também no fim do post)

“Fiquei olhando o teclado por alguns instantes e cheguei à conclusão de que descrever o que se sente após os shows é impossível. Fiquei na grade da pista prime nos dias 21 e 22/11 e pude comprovar de perto uma única coisa: Paul McCartney é DEUS. Ficar 63 horas acampada na rua, passando fome, frio, calor e sem ter onde tomar banho foi o de menos, se fosse necessário, teria sofrido muito mais. Esse foi o evento da minha vida. Seus shows foram o ápice da minha existência”. (Livia Fernandes – São Paulo/SP)

“A emoção ao ver o Paul entrar no palco foi indescritível! Cheguei a pensar que não conseguiria vê-lo ao vivo, e a sensação foi de sonho realizado, desde o primeiro segundo! Depois de curtir Venus and Mars e cantar Rock Show/Jet a plenos pulmões, foi em All My Loving que caiu a ficha: eu estava diante de um Beatle, um dos maiores artistas de todos os tempos, curtindo um dos maiores clássicos da fase Iê-Iê-Iê da banda! Foi impossível conter a emoção! O show de quase três horas pareceu ter durado três minutos, de tão intenso que foi! Um clássico atrás do outro, a vontade era que o show não terminasse nunca mais! Um monte de gente cantando Hey Jude em coro na saída do Morumbi, parecia que eu estava vivendo na década de 60 em Liverpool! Inesquecível, indescritível! The dream definitely is over; now, it has come true!” (Felipe Américo - São Paulo/SP)

“Às vezes as palavras não alcançam os sentimentos. Mas eu vou tentar com que elas pelo menos tentem. Meu nome é Giovanna, tenho 20 anos. Ouço Beatles, desde (sem exagero) a barriga aconchegante da minha mãe. É uma vida. Conquistas, passagem da infância pra puberdade, da adolescência pra vida adulta. E os quatro lá, sempre lá. Vem a vontade da tatuagem, os quatro estão lá de novo. Os quatro tem música pra tudo, os fabulosos. Sim, porque são fabulosos. Dizem que a vida tem trilha sonora. A minha tem, e os fabulosos sempre deram conta. Eis que vem a notícia de que um dos quatro, o mais bonitinho, romântico, o mais certinho dos meus quatro queridos vem pro Brasil depois de anos, anos de espera apenas admirando o ao vivo dos dvd’s. Correria pra conseguir ingresso, bradesco, fã clube, fiz de tudo. Consegui pro dia 22, segunda-feira. A semana anterior sem dormir ouvindo as músicas que num dia – mágico – teria a oportunidade de ouvir ( e ver) ao vivo. Parecia inacreditável. Dia 22, ônibus, congestionamento, fila, chuva. Sempre tem a chuva pra dar um “quê” a mais. Grade, aperto, capa de chuva cara. Nada tirava meu sorriso do rosto. Eis a surpresa. As luzes apagam-se e, ao invés da usual “Venus and Mars”, ouço os primeiros trechos daquela que era a música que os meus fabulosos abriam os shows a partir de 67. Magical Mystery Tour era tudo o que eu sentia naquele momento. As lágrimas escorriam num misto de felicidade e êxtase. Só ele, o Paul, e minhas lembranças existiam pra mim naquele momento. Foi assim durante o show; era só pra mim que ele estava cantando, pra mim e pras minhas lembranças. A música em si era só um irrisório detalhe naquela imensidão de sensações. Das piadinhas com a chuva, eram todas pra mim, eu dava um risinho sem graça, sem acreditar que aquilo era verdade.”Tão me enganando, não é o Paul”. Cantando pra minha vida da qual ele sempre fizera parte. E vai fazer pra sempre, não só na trilha sonora, mas na memória do momento, na gratidão, na admiração. ‘And in the end, the love you take, is equal to the love you make’. Obrigada Paul”. (Giovanna Ortolani – Campinas/SP)

“A minha vida inteira eu cresci ouvindo os Beatles. Como nasci em 75, não sou do tempo da Beatlemania, porém acho que isso, ainda não acabou e que a Beatlemania ainda existe! Fui no INCRIVEL, MEGA, SUPER, INDESCRITIVEL, MELHOR DE TODOS, show de Rock n´Roll da minha vida! Estar, ali pertinho, ouvir ao vivo, tudo que passei mais de 30 anos da minha vida cultuando, foi demais! O Paul McCartney, meu Beatle preferido, ali cantando ao vivo, mesmo embaixo da chuva do dia 22, posso dizer que foi um dos 5 dias mais felizes da minha vida! Ainda estou ouvindo as brincadeiras, lembrando dos gestos e sentindo a energia….chega a dar dor no coração por não estar mais no show! Mas uma coisa é certa, aqueles momentos dentro da minha mente foram eternizados! Junto comigo, minha filha de 9 anos, que por minha influência também ama Beatles e o Paul, cantou e dançou varias musicas das quais é fã! Minha esposa, grávida de 5 meses e meio, fã incondicional do Paul, enfrentou toda a maratona pro show. Amou, chorou e ainda fica me mandando reportagens sobre o evento. Até minha filha, que ainda está em sua barriga, que em 90% do tempo chuta sem parar a minha esposa, se acalmou ao som alto da voz do Paul e voltou a chutar só depois que fomos embora! Todos ficamos extasiados e com gostinho de “QUERO MAIS”, quando no final do show, depois de agradecer a tudo e a todos ele diz: “_ Até a próxima!”. (Paul Remboulis – São Paulo/SP)

“O show do Paul foi demais…o cara continua cantando e tocando muito. A banda também é sensacional. Ele continua cantando todas as músicas no tom original e com uma simpatia incrível. Simplesmente maravilhoso!” (Cacá Baskerville, vocalista da banda Versus Murphy - Santos/SP)

“O show da minha vida e o da vida de mais de 64 mil pessoas. Acho que não vou conseguir passar em um texto seja de tamanho for, todo sentimento que se passou naqueles momentos tão próximos de Paul McCartney!! Só quem esteve naqueles dois dias de Morumbi lotado vai entender do que estou falando. Pude conferir aos 2 dias, um de pista normal e outro de prime e valeu cada centavo suado que gastei lá. Guitarra, baixo, bateria, piano e Rock n’ Roll, sem firula, sem shows pirotécnicos exagerados, sem enrolação, só amor e rock, autêntico como só Sir McCartney saberia fazer. Chorei, pulei, gritei, cantei, enlouquecidamente e quem me visse durante aquelas horas, juraria que eram as últimas da minha pequena trajetória de 32 anos. Dias que eu vou levar com sorriso no rosto  até o último dia da minha vida, quero contar pros meus netos se os tiver, pra repassar todo o amor que eu senti naquelas 6 horas (3 em cada dia) de show do maior músico de todos os tempos, afinal, all we need is love!! All we need is Paul!!” (Regiane Jodas – São Paulo/SP)

“A gente sempre acha que não vai conseguir ver ao vivo uma lenda do Rock, e quando vê fica se perguntando se é real!! Comigo não foi diferente!!
Eu ficava ali olhando para o Paul, naquele telão, porque de longe parecia uma formiguinha..rs! E eu olhava e pensava, Meu Deus, é o Paul McCartney!! Um Beatle aqui, no mesmo local que eu, alguns metros de distância! A primeira música fiquei só olhando, totalmente desorientanda…
Ai veio All My Loving, ao vivo, Beatles ao vivo!! Ie Ie Ie ao vivo!! E eu querendo fazer igual a época da Beatles Mania e gritar, gritar, gritar… Até ai eu ia me controlando no choro que chegava até a garganta e travava ali! Mas ai veio The long and Winding road… ai não consegui mais segurar e as lágrimas escorreram sem parar! Já não conseguia acompanhar mais cantando, a emoção falava mais alto!! E ai quando eu tava se recuperando me solta várias que eu gosto muito (não lembro a sequência) My Love, Blackbird, Let me Roll it e ai desisti de me controlar e deixei a emoção falar mais alto!! Já não importava se alguém ia olhar, rir, tentar me acalmar, o que fosse!! Era uma emoção linda de se sentir!
E ai vieram as homenagens para George e John!! Me fala, como não vou chorar?? Something soou mais perfeita que nunca!!!
Pra quebrar um pouco o choro veio Dance Tonight e a agitada Mrs Vandebilt, que fez todos pulares e gritarem Hey, He ohhh! Já não tinha mais garganta precisava de água! Dei R$10,00 para o vendedor por um copo de R$5,00. O cara me deu R$15,00 de troco e eu mesmo no auge da emoção ainda sou honesta e devolvi os R$10 que veio a mais!
Dei 03 goles na água e o Paul me solta o clássico Band in the Run, a água foi embora porque eu não conseguia curtir a música, cantar, chorar e secar as lágrimas ao mesmo tempo!!
Depois foi uma sessão de tortura para os meus olhos, não dava tempo de eu secar uma lágrima e já caia outra, foi um clássico atrás de outro! Ai um cara do meu lado, não sei o nome óbvio, apertava o meu ombro e falava não chora, é emocionante mas não chora se n vou chorar também mas sou homem e não posso..rss. Ai o Paul da o 1º acorde para A Day in The Life, desaguei, e o moço disse..”pode chorar, agora pode chorar porque até eu vou ter que chorar nessa música”.
E ai vem a sessão choro completa: Let it be, Live and Let Die (aqueles fogos emocionam qq um), Hey Jude, Day Tripper, Lady Madonna, Yesterday, Helter Skelter, Get Back, Sgt. Pepper / The End!
Eu não queria que aquela noite acabasse nunca mais!! O Paul poderia ficar ali tocando por horas e horas, e eu não me cansaria jamais, como qualquer outro mortal que estava lá!!
Até agora ainda está meio dificil de acreditar que eu vi um Beatle ao vivo, tocando tudo aquilo que por anos só ouvi em CD, assisti no DVD, olhava em fotos! Uma lenda viva do Rock, o melhor de todos (vivo) ali na minha frente!! É impressionante a vitalidade dele aos 69 anos, parece ainda aquele menino de Liverpool que conquistou várias gerações com seu talento, que confesso ser incrível!!! Tudo soa na mesma perfeita sintonia no palco, tudo que ele toca vira ouro, simplesmente porque se trata de um gênio!!! THANK YOU PAUL!!!” (Ana Maria - São Paulo/SP)

Galeria de fotos exclusivas
Show do de domingo (21)
Show de segunda-feira (22)

Vídeos

Para sentir toda essa emoção, assista o show completo do dia 21 de novembro:

Para assistir os vídeos individualmente, clique aqui!

Setlist do show de domingo (21):
Venus and Mars / Rock Show / Jet
All My Loving
Letting Go
Drive My Car
Highway
Let Me Roll It
The Long and Winding Road
1985
Let ‘Em In
My Love
I’ve Just Seen a Face
And I Love Her
Blackbird
Here Today
Dance Tonight
Mrs Vandelbilt
Eleanor Rigby
Something
Sing the Changes
Band on the Run
Ob-La-Di Ob-La-Da
Back in the USSR
I’ve Got a Feeling
Paperback Writer
A Day in the Life / Give Peace a Chance
Let It Be
Live and Let Die
Hey Jude

Bis
Daytripper
Lady Madonna
Get Back

Bis 2
Yesterday
Helter Skelter
Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band / The End

Setlist do show de segunda-feira (22):
Magical Mystery Tour
Jet
All my loving
Letting go
Got to get you into my life
Highway
Let me roll it
The long and winding road
1985
Let’em in
My love
I’m looking through you
Two of us
Blackbird
Here today
Bluebird
Dance tonight
Mrs. Vanderbilt
Elenor Rigby
Something
Sing the changes
Band on the run
Ob-la-di, ob-la-da
Back in the USSR
I’ve got a feeling
Paperback writer
A day in the life / Give peace a chance
Let it be
Live and let die
Hey Jude

Bis 1:
Day tripper
Lady Madonna
Get back

Bis 2:
Yesterday
Helter skelter
Sgt. Pepper’s lonely hearts club band / The end

Fonte: Diego Centurione para Reduto do Rock

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9 Comments

  1. tatiana disse:

    Ahhh,como eu queria ter ido, deve ter sido realmente inesquecível, um digno show de um Sir..afinal, não é por acaso que ele tem esse título.

  2. Jaque disse:

    Ahhh acho que sempre que eu lembrar desses dois dias de show vou ficar emocionada! Só iria no domingo, mas depois daquele show indescritivel eu nao aguentei e acabei indo na segunda tambem, tive que me render aos cambistas.. mas, ok.. valeu a pena!

  3. Camila Augusto Gonçalves disse:

    Dia 22 de novembro eu realizei um sonho. Sou beatlemaniaca e acompanho de perto cada passo do Paul e do Ringo. Lembra quando o Macca fez aquele show em Israel, sob ameaças? Eu lembro direitinho. Fiquei tão preocupada com ele que não consegui trabalhar, fiquei só acompanhando noticiários internacionais, pra ter certeza de que estava tudo bem. Após dedicar tanto tempo e tanto amor ao fab four, eu tive a chance, a honra, o privilégio de assistir a um show do Paul. A ficha demorou um tempo para cair, não conseguia acreditar que estava a poucos minutos de assistir ao show de um beatle! Quando as luzes apagaram e começou a tocar Magical Mystery Tour eu entrei em transe. Era o Paul, ali, na minha frente! Eu cantei, chorei, gritei. Cada música despertava uma lembrança. Um momento muito difícil que Let it be ajudou a confortar, uma dúvida pensada e repensada ao som de Yesterday, uma paixonite relembrada ao som de All my loving, as muitas vezes que ouvi Band on the run e Jet para dar uma aliviada no stress do trabalho. E o que dizer sobre os presentes Here Today e Something? Eu conseguia sentir o lindo sorriso sarcástico do John e a doçura do George perto de nós. Como se tudo isso não bastasse, realizei minha maior ambição musical: ver Sir James Paul McCartney tocar Helter Skelter ao vivo. Chorei tanto nessa parte do show que um cara perto de mim parou de olhar para o palco e ficou me encarando, assustado. Se eu o reencontrasse, diria: não se espante, querido. Essas são lágrimas de amor e agradecimento pelo sir que compôs boa parte da trilha sonora da minha vida, que me confortou em momentos difíceis e deu nomes para os sentimentos que eu mal entendia. Paul, muito obrigada. All my loving to you.

  4. Camila disse:

    ” TUDO BEM IN THE RAIN, TUDO BEM IN THE RAIN”
    SEGUNDO DIA FOI MAIS QUE ESPECIAL :)

  5. [...] This post was mentioned on Twitter by Reduto do Rock and Reduto do Rock, Reduto do Rock. Reduto do Rock said: Fotos exclusivas e muito mais dos shows do @PaulMcCartney em São Paulo: http://bit.ly/g659k9 [...]

  6. Paulo Otávio Godoy disse:

    Apocalíptico!

  7. Isis disse:

    Quantos dias já se passaram mesmo? 15 quase?
    Pra qualquer um que me pergunte como foi, em todos esses dias, ainda não consigo ser suscinta pra falar sobre o show da minha vida.

    Quando foi confirmado que o Paul realmente viria, depois de um ano (ou mais) de boataria, minha irmã e eu resolvemos comprar ingressos pro meu pai e minha mãe também, e viver aquele momento ‘em família’.

    Ver meu pais cantando “My Love” abraçados. Ouvir “Long and Winding Road”, “Yesterday” e “Eleanor Rigby” ao vivo. Chorar, sorrir, chorar….ficar sem ar….e chorar. Olhar ao redor e ver 65 mil pessoas cantando e celebrando a noite em que viram um Beatle ao vivo. Ainda me enchem os olhos de lágrimas.

    3 horas de uma emoção incomparável, cheia de detalhes incríveis, histórias de fãs…. únicas, que tem como trilha sonora as obras geniais de Paul ou do “Fab Four”.

    Um dia para ser lembrando pra sempre, com poucas palavras para descrever e muitos momentos inesquecíveis.

  8. sivia maria pereira guimaraes disse:

    paul mc cartney eu acho uma sacanagem as pessoas bota a porrra do ingreço caro e esgota antes de começar o mes que vai ter o show o cara e podre de rico e não pode fazer um show de graça que nen o roberto carlos, e rolling stones,des de pequena colecionava os dicos deles sempre fui fã ele tinha que presentea agente

  9. sivia maria pereira guimaraes disse:

    e muita maldade com o povo brasileiro pelomenos que o ingreço fosse 100,oo paul mc cartney tou decepcionada com vc, isso é a ganancia.