Documentário do Blur revela detalhes polêmicos

fevereiro 12th, 20100 Comments »Última Atualização: fevereiro 12, 2010

Será lançado em breve no Brasil, o documentário No Distance Left to Run. Ele seguea carreira dos Blur até a fama nos anos 90, irevelando detalhes da relação entre os quatro músicos e a presença de drogas no grupo.
Além das entrevistas, No Distance Left to Run conta com imagens de arquivo e filmagens ao vivo, incluindo um final em grande com os concertos de regresso em Glastonbury e no Hyde Park de Londres, no ano passado. Veja algumas “curiosidades” reveladas no documentário..

Drogas: O vocalista Damon Albarn, por exemplo, confessa que Beetlebum, um dos temas mais populares da carreira da banda, é sobre o consumo de heroína sob uma perspectiva pessoal. “Houve muita gente durante esse período que esteve rodeado de heroína. É sobre estar nesse sítio. Muita coisa aconteceu nessa altura”, diz Albarn.

“O lado violento de Noel se manifestou fora de casa (…). Ele nunca começava uma briga, mas, se provocado, sabia se virar sozinho.”

“Adorava viajar para ver jogos. Ia de trem com os amigos, sem pagar passagem. Tomavam drogas abertamente, ficavam bêbados e desciam numa estação anterior à da partida para cometer pequenos roubos em supermercados.”

“Os Smiths dominavam o cenário. Outra influência forte foi o U2, especialmente o álbum ACHTUNG BABY. Havia também a coleção de discos do Noel de Billy Bragg. E a paixão de Noel pelo Jam.”

“A paixão por música começou a moldar o caráter de Noel e afastá-lo dos amigos hooligans. Quando algo interessava Noel, ele se comprometia com isso.”

“No dia 29 de maio de 88, Noel estava assistindo Stone Roses. Cheirou uma colher com speed. Sabia que (…) teria que trabalhar (…) com uma ressaca infernal, mas trabalho só amanhã.”

Trechos do capítulo sobre a vida familiar dos irmãos Gallagher, extraído de Getting High: The Adventure of Oasis.

Ataque de pânico: Damon Albarn revela que foi vítima de vários ataques de pânico depois do sucesso do disco Parklife em 1994.

Alcoolismo: Por seu lado, o guitarrista Graham Coxon revela que os seus problemas com o álcool foram a principal razão da sua saída da banda em 2002. “Nada funcionava na altura. Chateavam-me as fãs adolescentes que nos rodeavam a toda a hora. E também me fartei da malta pretensiosa que nos acompanhava. Preferia ir para os pubs e falar com outro tipo de pessoas”, diz Coxon.

Disputa com Oasis: o documentário confirma que os Blur assumiram a batalha nas vendas com os Oasis, depois de Albarn decidir lançar Country House como single contra Roll With It, dos irmãos Noel e Liam Gallagher, em 1995. A competição foi ganha pelos Blur, que atingiram o topo do top britânico de singles em agosto desse ano. Albarn reconhece no documentário que foi tudo uma espécie de vingança contra Noel Gallagher: “O Noel estava sempre a nos chatear. Naquela altura era algo que nos magoava. Os Oasis eram como aqueles tipos que se metiam a valentões na escola todos os dias”.

O guitarrista do Oasis Noel Gallagher disse que a briga com a banda BLUR foi “patética”. Ambas as bandas trocaram insultos durante os anos 90, marcando a era do pop rock britânico que seria conhecido como “britpop”.

“Olhando para trás vejo que toda aquela briga por duas músicas de merda nas rádios foi tão patética.” O guitarrista também se arrependeu de ter dito que Damon Albarn e Alex James, integrantes do Blur, morreriam de Aids.

Paolo Hewitt, biógrafo do Oasis, fala sobre a banda e Noel:

“Eles representam uma parte da população que, neste país, está cada vez mais pobre. De algum modo, eles falam a mesma língua que essa classe achatada. E nunca deixaram de ser eles mesmos, mesmo sendo estrelas pop.”

Biografia

Trechos do capítulo sobre a vida familiar dos irmãos Gallagher, extraído de Getting High: The Adventure of Oasis.

“Thomas Gallagher (pai do irmãos Gallagher) estava procurando por eles. Ele não podia mais bater neles. Noel era agora o chefe da família. O padre local foi visitar Peggy. Estavam tomando chá amigavelmente. Mas quando ele insinuou que deveria voltar para o seu marido, Peggy pediu que ele fosse embora. ‘Essa é uma das razões por que eu gosto tanto dela’, diz Noel.”

 ”O lado violento de Noel se manifestou fora de casa (…). Ele nunca começava uma briga, mas, se provocado, sabia se virar sozinho.”

“Adorava viajar para ver jogos. Ia de trem com os amigos, sem pagar passagem. Tomavam drogas abertamente, ficavam bêbados e desciam numa estação anterior à da partida para cometer pequenos roubos em supermercados.”

“Os Smiths dominavam o cenário. Outra influência forte foi o U2, especialmente o álbum ACHTUNG BABY. Havia também a coleção de discos do Noel de Billy Bragg. E a paixão de Noel pelo Jam.”

“A paixão por música começou a moldar o caráter de Noel e afastá-lo dos amigos hooligans. Quando algo interessava Noel, ele se comprometia com isso.”

“No dia 29 de maio de 88, Noel estava assistindo Stone Roses. Cheirou uma colher com speed. Sabia que (…) teria que trabalhar (…) com uma ressaca infernal, mas trabalho só amanhã.”

 

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