Whit Metallica nothing else matters, neither the mud!

janeiro 30th, 20102 Comments »Última Atualização: janeiro 30, 2010

Com Metallica nada mais importa, nem mesmo a lama!

Escutando versões ao vivo, a ansiedade ia crescendo instante a instante naquele 28 de janeiro. Era o dia fi-nal-men-te e nada mais importava, literal e musicalmente. O trajeto foi tranquilo e na primeira paradinha do trânsito, passa o pessoalzinho in black, olha pra gente e grita “Metaaaallica!”.

Pagamos uns 30 pilinhas (outch!) pra estacionar e partimos. Depois de uma breve espera na fila, nos olhamos ” Tamo dentro”. O show do Hibria já havia começado. Confesso que me surpreenderam no ao vivo. Steel Lord of Wheels tirou vários gritinhos das gurias que estavam por perto, inclusive de mim (ops!). O Hibria já passou com sua turnê pela Ásia, Europa e América do Norte.

Pra poupar meu precioso all star vermelho, fui com um tênis melhorzinho, mas que tinha certeza que resistiria. Minha decisão foi tomada quando li uma ríspida crítica à Opinião Produtora, por substituir, devido à interdição, o Estádio Zequinha pelo Parque Condor para realizar o evento. Não me importo muito com lama, pra mim é detalhe! No entanto, indignados/enfurecidos alguns optaram por fazer a devolução do ingresso e pedir reembolso. É, convenhamos, um potreiro não é nem de longe o local mais adequado pra se fazer um show de grande porte e alto nível como o do digníssimo Metallica. Em nota, a Opinião Produtora se defendeu: “Galera, a Opinião Produtora trabalha junto com a CIE Brasil e a produção da banda. Informamos que a banda não iria aceitar a mudança de local e o show se não tivesse certeza das condições do novo local. O Parque Condor foi apresentado à produção da banda que aceitou a transferência.” 

O
s pés enlameados esperavam ansiosos. Então, em meio ao silêncio das 21h50, surgiu a projeção no telão com cenas de O bom, o mau e o feio, com trilha de The ecstasy of Gold. Após a abertura, chega o momento mais aguardado: James Hetfield (vocal e guitarra), Kirk Hammett (guitarra), Robert Trujillo (baixo) e Lars Ulrich (bateria) entraram no palco ao som de Creeping death, um clássico do álbum Ride the Lightining. Na seqüência, For whom the bell tolls,  e quando ninguém mais esperava por outra do disco, a própria faixa-título foi executada. 

Algumas moçoilas tentavam a garupa para melhorar sua visualização e dificultar a dos demais, mas acabavam desistindo dali a pouco depois dos gritos da macharada: “Peitos! Peitos! Peitos!”. A banda continuou tocando as clássicas e só depois abriu para tocar as canções do novo disco. Entre os sons mais aguardados, a épica One contou com pirotecnia, sons de bombardeio, chamas e fogos de artifício sincronizados à música. Uma combinação perfeita!

Os primeiros acordes de Nothing else matters, fizeram  olhinhos brilharem na multidão. Foi indescritível, lindo, poético, único! Logo depois, com o público pedindo mais, Kirk puxou o riff de uma rara execução da banda, The frayed ends of sanity. No entanto, não estamos nunca satisfeitos: depois do insistente pedido em grito uniforme, a banda tocou ainda a enérgica Seek and destroy. Em seguida, um Happy Birthday, seguido da versão brasileira e é claro, não podia faltar, a versão gaudéria!  E tudo terminou com Hammett e Trujillo agradecendo em português.

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Comentários

2 Comments

  1. Foi perfeito nossa.. não tinha como não me inspirar


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